Essa mulher de 40 anos resolveu protestar e assumir seu corpo no meio da rua. As pessoas pegaram canetas e fizeram isso…

Amy Pence-Brown é mãe (ela tem duas filhas e um filho) e mora em Boise, no estado norte-americano de Idaho. Ela é dona de casa e faz também trabalho voluntário, ajudando a cuidar da biblioteca e do jardim de infância da escola local. Ela sabe que as formas do seu corpo estão longe de serem consideradas “perfeitas” pelos padrões de beleza atuais. “Sim, tenho celulite, os peitos já meio caídos e os cabelos brancos começando a dar as caras”, diz ela. O que não significa que ela não seja bonita, muito pelo contrário. Mas todos sabemos o quanto é difícil para uma mulher com mais de 40 anos de manter a auto-estima em alta e continuar se sentindo bonita, neste mundo onde as revistas e a televisão tentam nos convencer que beleza mesmo é ser magrela e ter 20 anos, e que qualquer outra coisa diferente disso é ser “feia”.

Pois um belo dia Amy perdeu a paciência e resolveu protestar contra essa ditadura estética, e resolveu assumir suas formas. Assumir pra si mesma e assumir pro mundo também. Seu objetivo foi mostrar pras outras mulheres que elas também não deveriam mais ter vergonha do corpo delas. No que ela fez algo bastante ousado e corajoso: passou uma tarde numa rua movimentada de sua cidade, apenas de lingerie e com os olhos vendados. Com um quadro negro no chão explicando o seu protesto.
No quadro negro estava escrito: “Estou aqui de pé em defesa de todas as pessoas que, como eu, já tiveram que lutar contra um problema de falta de auto-estima; pois acredito de verdade que todos os corpos têm seu valor e sua própria beleza. Se vocês concordam comigo, usem uma dessas canetinhas e desenhem no meu corpo”.

Este vídeo mostra que às vezes basta um biquini e um pouco de coragem para conseguirmos passar uma mensagem importante à sociedade. Amy foi entrevistada por algumas emissoras de TV e de rádio e disse que “numa sociedade onde as marcas se aproveitam da nossa falta de auto-estima para nos vender mais e mais produtos, ter amor próprio e se aceitar já é por si só um ato de protesto, uma verdadeira revolução”. Amy também confessou que na manhã de seu protesto, em casa se preparando para sair, ela estava tão nervosa que chegou a vomitar. Mas que no final das contas tudo aquilo valeu a pena. Seu corpo nos faz pensar no quão importante a auto-estima pode ser para a saúde mental de uma pessoa. Compartilhe esse post e essa mensagem importante com todos os seus amigos!
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